Eleições 2026 no Brasil
Acompanhe os principais movimentos das Eleições 2026 no Brasil, com foco na disputa presidencial, alianças estaduais, Congresso, Justiça Eleitoral e impactos políticos.
Última atualização: 15 de jul. de 2026, 19:14

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Quaest mostra Lula oito pontos à frente de Flávio
A pesquisa Genial/Quaest de julho mostrou Lula oito pontos à frente de Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno, com placar de 45% a 37%. A evolução das últimas três rodadas indica aumento da distância: Lula tinha vantagem de um ponto em maio, seis em junho e oito em julho. Apesar do recuo, Flávio continua sendo o adversário da oposição com melhor desempenho contra o presidente entre os nomes testados.

Foto com investigado do caso Master gera nova controvérsia para Flávio
O ICL Notícias divulgou uma fotografia atribuída a 2022 que mostra Flávio Bolsonaro ao lado de Luiz Phillipi Mourão, investigado no caso Banco Master e conhecido como “Sicário”. O senador afirmou que não conhece Mourão e que pode ter atendido a um pedido casual de fotografia. O episódio acrescenta uma nova controvérsia à campanha presidencial de Flávio, que já enfrentava repercussões políticas por ter procurado Daniel Vorcaro em busca de financiamento para o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. A divulgação ocorre no momento em que o senador aparece como principal nome da oposição na disputa contra Lula.

OAB pede contato profissional entre Flávio e Bolsonaro
O Conselho Federal da OAB pediu a Alexandre de Moraes que Flávio Bolsonaro possa manter comunicação pessoal e reservada com Jair Bolsonaro exclusivamente para assuntos profissionais. A entidade afirma que o senador também atua como advogado constituído do pai e que a suspensão pessoal não deve impedir de forma absoluta o exercício da defesa. O pedido não restabelece automaticamente as visitas familiares ou políticas. A restrição de 90 dias permanece em vigor enquanto Moraes não se manifestar.

Flávio acusa Moraes de interferência eleitoral após suspensão de visitas
Flávio Bolsonaro reagiu à decisão que o impede de visitar Jair Bolsonaro por 90 dias e acusou Alexandre de Moraes de interferir na disputa presidencial. O senador afirmou que a medida atravessa o primeiro turno, anunciou que recorrerá e declarou que a mensagem divulgada no sábado foi a quinta carta pública escrita pelo pai desde o início das restrições judiciais. A reação amplia o confronto político em torno da decisão, mas não altera seus efeitos imediatos. A suspensão permanece válida enquanto não houver nova manifestação judicial.
Moraes suspende visitas de Flávio após divulgação de carta
A divulgação da carta em que Jair Bolsonaro chamou Flávio de porta-voz passou a produzir consequências judiciais. Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas do senador, deu 48 horas à defesa do ex-presidente para explicar se ele sabia que o documento seria publicado e encaminhou o material à Procuradoria-Geral Eleitoral. O envio à área eleitoral abre uma nova frente de análise, mas ainda não representa condenação por propaganda antecipada.

Dino relaciona emendas atribuídas a Cunha à campanha em Minas
Flávio Dino relacionou a atuação atribuída a Eduardo Cunha sobre emendas parlamentares à anunciada candidatura do ex-deputado por Minas Gerais. Segundo a decisão, diálogos e planilhas indicam que Cunha discutia municípios, valores e substituições de beneficiários mesmo sem exercer mandato. A Polícia Federal sustenta que os recursos eram direcionados a municípios de interesse político e eleitoral. A nova camada conecta a investigação sobre as emendas à disputa de 2026, ao indicar possível uso de influência sobre verbas públicas para construir apoio local em Minas. A defesa nega irregularidades e afirma que houve apenas interlocução política legítima.

Flávio tenta organizar campo bolsonarista após Datafolha em SP
A pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro ganhou uma nova camada de pressão dentro do próprio bolsonarismo. Depois do Datafolha em São Paulo, que mostrou o senador competitivo contra Lula no maior colégio eleitoral do país, aliados e influenciadores da direita passaram a criticar publicamente a estratégia, a comunicação e a organização da articulação eleitoral de Flávio. O movimento expõe um desafio que vai além dos percentuais da pesquisa: transformar competitividade eleitoral em comando político dentro do campo bolsonarista. Flávio aparece como principal nome da direita no cenário testado, mas ainda precisa consolidar sua candidatura, reduzir ruídos internos e organizar uma base que não está completamente alinhada em torno dele. Nesse contexto, Michelle Bolsonaro voltou a ser peça sensível. Flávio afirmou à CNN Brasil que espera a ex-primeira-dama entrar na campanha “no tempo dela” e disse acreditar que ela pensa como ele na disputa contra Lula. A declaração tenta reduzir a leitura de afastamento, mas confirma que a presença de Michelle ainda é tratada como um fator político relevante para a campanha.
Documento de Flávio propõe tarifa suspensa e pressão mantida
Flávio Bolsonaro propôs ao USTR suspender a tarifa de 25% contra produtos brasileiros, mas sem encerrar a investigação comercial aberta pelos Estados Unidos. O documento apresentado pelo senador prevê uma negociação de 180 dias, prorrogável por mais 90 dias, com possibilidade de retomada da pressão americana. O texto também cita a eleição de 2026, o Pix e o Mercosul, transformando a audiência comercial em um episódio ligado à disputa política brasileira e ao alinhamento internacional do país.

Datafolha mostra 37% sem candidato espontâneo em SP
A nova pesquisa Datafolha em São Paulo mostrou empate entre Lula e Flávio Bolsonaro na estimulada, com 35% para cada um. Mas a espontânea revelou outro dado relevante para a cobertura eleitoral: 37% dos eleitores não souberam citar um candidato quando os nomes não foram apresentados. O dado indica que a disputa paulista já aparece polarizada quando a lista é apresentada, mas ainda tem uma parcela expressiva de eleitores sem candidato lembrado. Lula tem mais lembrança espontânea, enquanto Flávio aparece competitivo na estimulada e enfrenta o desafio de consolidar identidade própria como nome presidencial.

Pré-candidato ao Senado apoiado por Flávio Bolsonaro é preso em operação da PF
A 6ª fase da Operação Unha e Carne atingiu Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, presidente do União Brasil no Rio e nome ligado ao projeto eleitoral de Flávio Bolsonaro no estado. A prisão em flagrante ocorreu após a Polícia Federal encontrar um fuzil no veículo do político, segundo coberturas jornalísticas que acompanharam a operação.

Flávio leva tarifa dos EUA ao debate eleitoral de 2026
Flávio Bolsonaro entrou na agenda oficial da audiência do USTR sobre a investigação comercial dos Estados Unidos contra o Brasil. Em documento enviado ao órgão americano, o senador pediu a suspensão da tarifa de 25%, mas defendeu um mecanismo de negociação com gatilho de 180 dias e manutenção da pressão sobre o Brasil. O documento também cita a eleição de 2026, o Pix e regras do Mercosul, deslocando a discussão comercial para o centro da disputa política brasileira.
Lula leva disputa com Flávio para o campo do Pix e das tarifas dos EUA
Lula reagiu à manifestação de Flávio Bolsonaro ao órgão comercial dos Estados Unidos e passou a tratar o caso como uma disputa de soberania sobre o Pix. A controvérsia ocorre dentro da investigação americana que pode levar à tarifa de 25% sobre bens brasileiros. Flávio afirma ser contra a tarifa, mas defende uma negociação com Washington para reduzir preocupações dos EUA sobre o sistema brasileiro de pagamentos. O episódio conecta comércio exterior, tecnologia financeira e a disputa presidencial de 2026.

Flávio nega festa de Vorcaro após repost de Michelle
Flávio Bolsonaro negou ter participado de uma festa ligada a Daniel Vorcaro depois que Michelle Bolsonaro repostou vídeo de Anthony Garotinho sobre uma suposta celebração do banqueiro. A fala transformou o repost em novo capítulo da crise pública entre os dois.
Atlas/Bloomberg mostra Lula à frente de Flávio no 2º turno
A pesquisa Atlas/Bloomberg de junho colocou Lula à frente de Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno para 2026. O petista aparece com 48,8%, contra 42,3% do senador do PL, enquanto 8,9% dizem não saber, votar branco ou anular. O levantamento também mostra Flávio com 53% de rejeição, atrás apenas de Aécio Neves entre os nomes testados. Na comparação por áreas de governo, Lula lidera na maioria dos temas, mas Flávio aparece à frente em criminalidade e tráfico de drogas.

Michelle deixa comando do PL Mulher após crise com Flávio
Michelle Bolsonaro decidiu deixar a presidência nacional do PL Mulher após a crise pública com Flávio Bolsonaro. A saída transforma o atrito familiar e partidário em um problema institucional para o PL, já que Michelle comandava a estrutura feminina da legenda desde 2023. O episódio importa para a cobertura eleitoral porque atinge a montagem de palanques, a mobilização de mulheres conservadoras e a tentativa de consolidar Flávio como nome do bolsonarismo para 2026. A crise começou em torno de alianças do PL no Ceará e agora passa a afetar a organização nacional do partido.
Ciro se afasta de vídeo de Michelle e chama crise de problema do PL
Ciro Gomes afirmou que não assistiu e não pretende assistir ao vídeo em que Michelle Bolsonaro critica Flávio Bolsonaro em meio à disputa sobre os rumos do PL no Ceará. O ex-ministro tentou se afastar do confronto e classificou o episódio como um problema do PL nacional. A fala é relevante para a cobertura das Eleições 2026 porque Ciro está no centro da divergência regional: parte do PL cearense defende aproximação com sua candidatura ao governo do Ceará, enquanto Michelle resiste à composição no primeiro turno e apoia uma linha mais alinhada à direita bolsonarista local. O desdobramento mostra como uma articulação estadual passou a pressionar a estratégia nacional do bolsonarismo. Ao evitar comentar diretamente Michelle e Flávio, Ciro preserva espaço para negociação no Ceará, enquanto o PL tenta conter a exposição pública de suas divisões internas.

Michelle expõe crise com Flávio e amplia tensão no PL
Michelle Bolsonaro tornou pública uma crise com Flávio Bolsonaro ao afirmar que foi desrespeitada pelo senador durante uma conversa sobre os rumos do PL no Ceará. A divergência envolve a aproximação do partido com Ciro Gomes e a defesa, por Michelle, de uma estratégia mais alinhada a nomes da direita local. O episódio importa para a cobertura das Eleições 2026 porque mostra uma disputa interna no bolsonarismo em torno de alianças estaduais, palanques regionais e comando político dentro do PL. A crise também ocorre em um momento em que Flávio é tratado como nome central do partido para a corrida presidencial. Depois da manifestação de Michelle, Flávio participou de uma live e evitou citar diretamente a ex-primeira-dama. A tensão, porém, expôs o desafio do PL de sustentar discurso de unidade enquanto negocia alianças locais para 2026.

TSE confirma datas e cargos das Eleições 2026
O Tribunal Superior Eleitoral definiu o calendário das Eleições 2026, que terão votação para presidente, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro para presidente e governadores.
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O que está acontecendo agora
As Eleições 2026 estão marcadas para outubro, com disputa para presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. No momento, partidos e lideranças políticas organizam alianças nacionais e estaduais, definem estratégias para a sucessão presidencial e disputam espaço em palanques regionais. O processo ainda está em fase de articulação, com pré-candidaturas, composições partidárias e tensões internas ganhando peso antes do início oficial da campanha.
Por que isso importa
A eleição de 2026 vai definir o comando do Executivo federal, os governos estaduais e uma renovação expressiva do Congresso Nacional. O resultado terá impacto direto na governabilidade, na agenda econômica, na relação entre Planalto e Congresso, na composição de forças no Senado e na capacidade de avanço ou bloqueio de reformas, investigações, indicações a tribunais e políticas públicas.
Impacto para o Brasil
O impacto para o Brasil é direto. A eleição presidencial definirá o rumo do governo federal, enquanto as disputas para governos estaduais e Congresso poderão alterar o equilíbrio político nacional. A renovação do Senado também é central porque a Casa tem papel decisivo em sabatinas de autoridades, indicações ao STF, processos de impeachment, CPIs e votações estruturais.
Fontes e metodologia
O Trendahora acompanha fontes oficiais, decisões da Justiça Eleitoral, calendário do TSE, declarações públicas de autoridades, movimentações partidárias, pesquisas registradas, agências de notícias, veículos nacionais, redes sociais verificadas e avaliações qualificadas. Esta página é atualizada apenas quando há informação nova relevante.
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