Banco Master, delação de Vorcaro e impactos políticos
Cobertura especial sobre as investigações envolvendo o Banco Master, a proposta de delação de Daniel Vorcaro e os possíveis desdobramentos políticos, jurídicos e financeiros do caso.
Última atualização: 09 de jun. de 2026, 19:31

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Acompanhe os principais fatos novos, mudanças relevantes e desdobramentos conectados a esta cobertura.
PF tende a rejeitar delação de Vorcaro pela segunda vez; nova proposta cita Dark Horse e Ciro Nogueira
A defesa de Daniel Vorcaro entregou novos anexos à PF e à PGR com informações sobre o financiamento do filme Dark Horse (R$ 61 milhões ligados ao senador Flávio Bolsonaro) e sobre a relação com o senador Ciro Nogueira (PP-PI), incluindo suposto pagamento de mesada de R$ 500 mil e envio de projeto de lei favorável ao banqueiro. A defesa não enquadra os repasses ao filme como propina. Investigadores avaliam que o material não apresenta fatos novos suficientes e a tendência é rejeitar o acordo pela segunda vez. O prazo dado pelos investigadores para fechar qualquer acordo é julho de 2026. Uma reunião entre advogados e PF/PGR está prevista para esta semana. Para ter validade, o acordo precisa ser homologado pelo ministro André Mendonça (STF), que já sinalizou exigir fatos novos comprovados.

Gabriel Paiva - comentário
Gabriel Paiva, comentarista jurídico do Trendahora, avalia que a nova proposta de colaboração de Daniel Vorcaro terá de superar um padrão mais alto de exigência após a rejeição da primeira versão.
"A nova proposta de colaboração premiada de Daniel Vorcaro chegou descrita por fontes como ‘reformulada, ampliada e aprofundada’. Honestamente, seria surpreendente se fosse diferente. A primeira versão foi rejeitada pela PF por uma razão bastante objetiva: Vorcaro tentou construir uma narrativa que, segundo a avaliação dos investigadores, não entregava elementos novos suficientes sobre pontos centrais da apuração. Essa estratégia, além de não funcionar, revelou muito sobre a postura inicial do ex-banqueiro diante da investigação."
Vorcaro apresenta nova versão de proposta de delação à PF e à PGR
A defesa de Daniel Vorcaro entregou nova proposta de colaboração premiada após a primeira versão ser rejeitada pela Polícia Federal.
A defesa de Daniel Vorcaro apresentou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República uma nova versão da proposta de colaboração premiada no caso Banco Master. Segundo a CNN Brasil, fontes com acesso ao material afirmam que a nova proposta foi “reformulada, ampliada e aprofundada” e detalha melhor relações do ex-banqueiro com autoridades dos Três Poderes e nomes da oposição. A proposta ainda precisa ser analisada por PF e PGR. Caso avance, eventual acordo deverá ser encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF, para homologação. Até lá, a colaboração não está formalizada e o conteúdo apresentado pela defesa não equivale a acusação judicial consolidada.
Alcolumbre rejeita pressão por CPMI do Banco Master e fala em “palanque eleitoral”
Davi Alcolumbre criticou a pressão de parlamentares pela criação de uma CPMI do Banco Master e disse que a comissão seria usada como “palanque eleitoral”, enquanto PF, MPF e Justiça já investigam o caso.
O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, criticou nesta terça-feira a pressão para instalar uma CPMI sobre o Banco Master. Segundo ele, parlamentares da direita e da esquerda cobraram a leitura do requerimento, mas a criação da comissão serviria para “fazer palanque eleitoral”, não para “passar o Brasil a limpo”. Alcolumbre também afirmou que Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça já investigam o caso. Na mesma fala, disse não saber quem seria o culpado, citando como possibilidades pessoas envolvidas, Banco Central ou Comissão de Valores Mobiliários. A pressão pela CPMI já vinha de uma sessão do Congresso em 21 de maio, quando parlamentares governistas e de oposição cobraram a leitura dos requerimentos. Na ocasião, Alcolumbre afirmou que o momento da leitura é ato discricionário da Presidência do Congresso, apoiando-se em artigos do Regimento Interno do Senado. A Câmara também registrou que um dos pedidos partiu do senador Flávio Bolsonaro, citado no contexto das conversas gravadas com Daniel Vorcaro sobre recursos para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.
TCE-RJ rejeita contas de Castro e cita operações ligadas ao Banco Master
Tribunal rejeitou as contas de 2025 da gestão Cláudio Castro após apontar irregularidades contábeis e fiscais envolvendo Rioprevidência e Banco Master.
O TCE-RJ rejeitou as contas de 2025 da gestão do ex-governador Cláudio Castro por 3 votos a 1. O parecer seguirá para a Alerj, que dará a palavra final sobre a aprovação ou rejeição das contas. O principal ponto de alerta envolve operações do Rioprevidência com o Banco Master. Segundo a apuração publicada pelo Metrópoles, o Tribunal apontou superavaliação de R$ 1,13 bilhão no patrimônio do governo estadual e determinou auditoria extraordinária sobre investimentos estaduais de R$ 5,01 bilhões. A decisão amplia a dimensão institucional do caso Banco Master, que passa a aparecer também na análise das contas públicas do Rio de Janeiro.

Flávio diz ter conversado com Vance e Rubio após encontro com Trump
Senador afirmou ter se reunido com JD Vance e Marco Rubio em Washington, ampliando a agenda nos EUA em meio à crise política do caso Vorcaro.
Flávio Bolsonaro disse ter se reunido com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e com o secretário de Estado, Marco Rubio, um dia depois do encontro com Donald Trump no Salão Oval. Segundo o senador, as conversas trataram de crime organizado, terras raras, liberdade de expressão e da situação de saúde de Jair Bolsonaro. A atualização amplia o peso político da viagem. A agenda deixa de ser apenas uma foto com Trump e passa a ser apresentada por Flávio como uma rodada de articulação com nomes centrais do governo americano. Ao mesmo tempo, o caso Daniel Vorcaro segue como pano de fundo da pré-campanha, depois que o senador reconheceu ter pedido recursos a um banqueiro preso para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro.

Vorcaro pagou degustação milionária para Castro antes de aporte no Master
Evento de uísque em Nova York teria custado cerca de R$ 5 milhões e ocorreu um dia antes de aporte de R$ 80 milhões do Rioprevidência no Banco Master.
O caso Banco Master ganhou uma nova frente política após a revelação de que Daniel Vorcaro pagou uma degustação de uísque para Cláudio Castro em Nova York um dia antes de um aporte de R$ 80 milhões do Rioprevidência no banco. O dado adiciona pressão sobre a relação entre o governo do Rio e o controlador do Master.
Flávio se reúne com Trump na Casa Branca em meio à crise Vorcaro
Senador publicou foto com Donald Trump no Salão Oval enquanto tenta reagir ao desgaste político provocado pela ligação com Daniel Vorcaro.
Flávio Bolsonaro confirmou que se reuniu com Donald Trump na Casa Branca e publicou uma foto ao lado do presidente americano no Salão Oval. A imagem marca uma nova etapa da cobertura: a aproximação com Trump deixou de ser apenas uma tentativa de agenda e passou a ser usada como ativo político pelo senador. O movimento ocorre enquanto Flávio tenta conter o desgaste provocado pelo caso Daniel Vorcaro. O senador reconheceu ter buscado recursos do banqueiro ligado ao Banco Master para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, mas afirma que a negociação envolvia investimento privado, sem irregularidade.

Mendonça manda Vorcaro voltar para sala especial na PF após parecer da PGR
André Mendonça decidiu que Daniel Vorcaro deve permanecer na Superintendência da Polícia Federal, mas fora da carceragem comum, em meio às negociações de delação com a PGR.
O ministro André Mendonça, do STF, decidiu que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, deve permanecer preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, mas determinou que ele volte para uma sala especial/estado-maior, e não fique na carceragem comum. A decisão ocorreu após parecer da Procuradoria-Geral da República, que apontou risco de exposição midiática e vulnerabilidade caso o banqueiro permanecesse em cela comum. A movimentação é relevante porque ocorre no meio da disputa em torno da delação de Vorcaro. A Polícia Federal rejeitou a proposta apresentada pela defesa, mas a PGR ainda negocia um acordo com o banqueiro. Antes de ir para a carceragem, Vorcaro estava em uma sala onde tinha liberdade para receber os advogados responsáveis pela proposta de colaboração. Mendonça também negou o pedido da defesa para transferir Vorcaro para a Papudinha. Na prática, a decisão mantém o banqueiro dentro da estrutura da PF, mas em condição especial, preservando o acompanhamento direto do caso no momento em que a frente jurídica da investigação segue aberta e pode ter impacto político no caso Banco Master.

Lula usa “Lei Daniel Vorcaro” para atacar Flávio Bolsonaro
Presidente ironizou o senador após revelações sobre pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro para financiar filme sobre Jair Bolsonaro.
A crise envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro ganhou nova camada política após Lula usar a expressão “Lei Daniel Vorcaro” em evento no Espírito Santo. A fala tenta inverter a crítica histórica da direita à Lei Rouanet e transformar o caso Banco Master em munição eleitoral contra o senador. O episódio reforça que a ligação de Flávio com Vorcaro deixou de ser apenas um problema de defesa pública e passou a integrar a disputa direta pela narrativa presidencial. A reação de Lula ocorre no mesmo momento em que o senador tenta reposicionar sua campanha e buscar apoio fora do país.

Flávio Bolsonaro busca reunião com Trump em meio à crise do caso Vorcaro
Segundo a Reuters, o senador tenta viabilizar uma reunião com Donald Trump em Washington enquanto sua campanha enfrenta desgaste pela ligação com Daniel Vorcaro.
A crise envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro ganhou uma nova camada política com a tentativa de aproximação com Donald Trump. A Reuters informou que o senador busca uma reunião em Washington, em meio ao desgaste provocado pela revelação de negociações ligadas ao financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro. O movimento amplia o alcance político do caso Banco Master. Além dos efeitos jurídicos e financeiros da investigação envolvendo Vorcaro, a crise agora se conecta diretamente à estratégia eleitoral de Flávio e à tentativa de recomposição de sua imagem junto ao campo conservador e a empresários.

Vorcaro é transferido para cela comum após período preso na PF
Daniel Vorcaro foi transferido para uma cela comum após quase dois meses preso em dependências da Polícia Federal.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido para uma cela comum após quase dois meses preso em dependências da Polícia Federal. A mudança marca uma nova etapa na condição de custódia do banqueiro, que segue preso em meio aos desdobramentos da Operação Compliance Zero. A transferência altera a situação prisional de Vorcaro, mas não representa, por si só, conclusão da investigação, avanço de delação ou mudança no mérito das acusações. O caso Banco Master segue aberto em diferentes frentes, envolvendo Polícia Federal, STF, sistema financeiro, BRB, possíveis conexões políticas e apuração sobre o caminho do dinheiro.

PF apura se dinheiro de Vorcaro bancou Eduardo Bolsonaro nos EUA
Polícia Federal investiga se recursos ligados a Daniel Vorcaro foram usados para bancar despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
A investigação sobre Daniel Vorcaro e o Banco Master ganhou uma nova frente política. Segundo apuração do blog da Andréia Sadi, no G1, a Polícia Federal investiga se recursos ligados ao banqueiro foram usados para bancar despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A linha de apuração busca esclarecer se o dinheiro pedido a Vorcaro foi realmente destinado ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, ou se o projeto audiovisual foi usado como justificativa para a transferência dos valores. Investigadores tentam entender se o recurso foi aplicado no filme, se houve desvio de finalidade ou se parte do dinheiro foi usada para custear a permanência de Eduardo nos EUA.

Artistas citados por Flávio mostram ambição internacional de filme ligado a Vorcaro
Nova matéria do Trendahora explica quem são Jim Caviezel e Cyrus Nowrasteh, nomes citados por Flávio Bolsonaro em áudio sobre pagamentos do filme financiado com pedido de apoio a Daniel Vorcaro.
O caso Banco Master ganhou uma camada adicional de contexto com a identificação dos artistas citados por Flávio Bolsonaro em áudio sobre pagamentos do filme Dark Horse, produção sobre Jair Bolsonaro. Jim Caviezel, escalado para interpretar o ex-presidente, e Cyrus Nowrasteh, diretor do longa, são nomes ligados ao cinema conservador e religioso nos Estados Unidos. A presença dos dois ajuda a explicar a dimensão internacional do projeto. O filme não era tratado apenas como uma produção política brasileira, mas como uma obra em inglês voltada também a um público estrangeiro, especialmente conservador. Esse contexto reforça por que os pagamentos e compromissos da produção aparecem como ponto sensível nos áudios atribuídos a Flávio.

G1 reúne mensagens e áudio de Flávio pedindo dinheiro a Vorcaro
Nova publicação do G1 reuniu textos e áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro.
O caso Banco Master ganhou uma nova camada documental após o G1 reunir mensagens e áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro para Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro. O material reforça a ligação direta entre o senador e o dono do Banco Master, já apontada em áudios, mensagens e documentos divulgados pelo Intercept Brasil. Entre os pontos destacados está uma troca de mensagens em que Flávio trata de um possível jantar com Jim Caviezel, ator escalado para interpretar Jair Bolsonaro no filme, e Cyrus Nowrasteh, diretor da produção. O episódio amplia o contexto político da cobertura porque mostra tratativas frequentes entre Flávio e Vorcaro em torno do financiamento do projeto.
Áudio atribuído a Flávio Bolsonaro amplia dimensão política do caso Vorcaro
Matéria do Trendahora destaca áudio divulgado pelo Intercept que atribui a Flávio Bolsonaro uma cobrança a Daniel Vorcaro por repasses ligados ao filme sobre Jair Bolsonaro.
O caso Daniel Vorcaro/Banco Master ganhou uma nova frente política após a divulgação de um áudio atribuído a Flávio Bolsonaro. Segundo reportagem do Intercept Brasil, registros indicam que o senador negociou diretamente com Vorcaro repasses milionários para financiar Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro. A apuração afirma que Vorcaro teria se comprometido a repassar US$ 24 milhões para a produção e que ao menos US$ 10,6 milhões teriam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025. O próprio Intercept afirma que não há evidência, nas mensagens analisadas, de que todos os pagamentos previstos tenham sido realizados.

Flávio confirma pedido a Vorcaro e nega irregularidades após divulgação de áudio
Após a divulgação de áudio atribuído a Flávio Bolsonaro, o senador confirmou que pediu apoio financeiro a Daniel Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro, mas negou irregularidades.
O caso Banco Master ganhou uma nova frente política após Flávio Bolsonaro confirmar que pediu apoio financeiro a Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse, produção sobre Jair Bolsonaro. A confirmação veio depois da divulgação, pelo Intercept Brasil, de áudios, mensagens e documentos que apontam uma negociação envolvendo o senador e o dono do Banco Master. Flávio nega irregularidades. Em manifestação pública, afirmou que o caso envolve a busca de patrocínio privado para um filme privado sobre a história do pai, sem dinheiro público, sem oferta de vantagem ilegal e sem recebimento pessoal de valores.
Advogado deixa defesa de Ciro Nogueira no caso Master
O advogado Kakay deixou a defesa do senador Ciro Nogueira em meio aos desdobramentos das investigações sobre o Banco Master. A saída foi atribuída a uma decisão de comum acordo, e o criminalista Conrado Gontijo assumiu o caso.
O caso Master teve novo desdobramento jurídico com a saída de Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, da defesa do senador Ciro Nogueira. Segundo o próprio advogado, a decisão ocorreu de comum acordo com o parlamentar, sem relação com atritos públicos ou com algum elemento específico do processo. A defesa passa a ser conduzida por Conrado Gontijo, criminalista ligado ao mesmo grupo jurídico que já atuava no caso. A troca ocorre em meio ao avanço das apurações da Polícia Federal sobre a relação entre o senador e o Banco Master, ponto que mantém o caso no centro da cobertura política e institucional.
PF aponta suspeita de viagens pagas por Vorcaro a Ciro Nogueira
Segundo o Jornal Nacional, a Polícia Federal suspeita que Daniel Vorcaro pagou ao menos três viagens internacionais do senador Ciro Nogueira, do PP, dentro da investigação sobre o Banco Master.
A Polícia Federal suspeita que Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, pagou ao menos três viagens internacionais do senador Ciro Nogueira, do PP. A informação foi divulgada pelo Jornal Nacional nesta sexta-feira (8), em novo desdobramento da quinta fase da Operação Compliance Zero. A suspeita se soma a outros pontos já atribuídos pela investigação à relação entre Vorcaro e o senador. Segundo reportagens anteriores sobre o relatório enviado ao STF, a PF apontou indícios de pagamentos mensais, uso de imóvel, despesas com restaurantes, hospedagens e viagens internacionais. A defesa de Ciro Nogueira nega irregularidades e afirma que o senador está à disposição para esclarecimentos. O novo ponto reforça a dimensão política do caso Banco Master, porque amplia a atenção sobre possíveis vantagens recebidas por um parlamentar em troca de atuação de interesse do banco. Até aqui, as informações devem ser tratadas como suspeitas da Polícia Federal, ainda dependentes de apuração, contraditório e análise judicial.
Defesa de Vorcaro entrega anexos de proposta de delação
Material apresentado à PF e à PGR será analisado antes de qualquer eventual acordo de colaboração premiada.
A defesa de Daniel Vorcaro apresentou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República os anexos de uma proposta de delação premiada no âmbito das investigações sobre o caso Banco Master. A entrega do material abre uma nova etapa nas tratativas, mas ainda não significa que a delação tenha sido aceita ou homologada. PF e PGR devem avaliar se os anexos trazem fatos novos, elementos de prova e utilidade para os inquéritos. O caso tem impacto nacional por envolver sistema financeiro, órgãos de controle, STF, Banco Central, BRB e possíveis repercussões políticas.

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O que está acontecendo agora
A defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, apresentou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República anexos de uma proposta de delação premiada. O material será analisado pelas autoridades antes de qualquer avanço formal. A entrega dos anexos não significa que a delação tenha sido aceita, fechada ou homologada.
Por que isso importa
O caso importa porque envolve uma das principais investigações recentes sobre o sistema financeiro brasileiro, com potencial repercussão institucional. A apuração passa por suspeitas relacionadas ao Banco Master, possível atuação de agentes públicos, conexões políticas, Banco Central, BRB, PF, PGR e STF. Caso a colaboração avance, ela pode abrir novas frentes de investigação e ampliar o alcance político do caso.
Impacto para o Brasil
O impacto para o Brasil é direto. O caso envolve confiança no sistema financeiro, fiscalização bancária, atuação de órgãos de controle, estabilidade institucional e possíveis repercussões políticas em Brasília. Também pode influenciar debates sobre regulação financeira, responsabilidade de autoridades públicas e limites da relação entre bancos, agentes reguladores e poder político.
Fontes e metodologia
O Trendahora acompanha fontes oficiais, agências internacionais, declarações públicas de autoridades e avaliações qualificadas. Esta página é atualizada apenas quando há informação nova relevante.
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