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Radar Trendahora: STF, Senado e disputa por vaga no Supremo

Cobertura acompanha a rejeição de Jorge Messias ao STF, a reação política no Senado e os próximos passos de Lula para indicar outro nome ao Supremo.

Última atualização: 29 de abr. de 2026, 20:52

Radar Trendahora: STF, Senado e disputa por vaga no Supremo
Fonte: Fonte: © Lula Marques/Agência Brasil
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Flávio Bolsonaro celebra rejeição de Messias e mira governo Lula

Senador do PL afirmou que a rejeição de Jorge Messias ao STF foi uma derrota do governo Lula e celebrou o placar em publicação no X.

Após a rejeição de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, Flávio Bolsonaro classificou o resultado como uma derrota política do governo Lula. O senador disse que a votação não foi uma derrota pessoal de Messias, mas do governo. Em publicação no X, Flávio também celebrou o placar e escreveu que, “por 42 votos a 34, o Senado fez história”. A reação reforça a tentativa da oposição de transformar a rejeição do indicado ao STF em uma leitura mais ampla sobre a força política do Planalto no Senado.

Flávio Bolsonaro celebra rejeição de Messias e mira governo Lula
Fonte: Saulo Cruz/Agência Senado

Messias reage emocionado após rejeição no Senado

Após ser rejeitado para o STF, Jorge Messias fez uma fala emocionada e afirmou: “nós sabemos quem fez tudo isso”.

Após a rejeição de sua indicação ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias fez uma coletiva e apareceu emocionado ao comentar o resultado no Senado. Durante a fala, Messias disse: “nós sabemos quem fez tudo isso”. A declaração foi dada depois de o plenário rejeitar sua indicação por 42 votos contrários e 34 favoráveis. A frase acrescenta uma nova camada política ao caso, porque sinaliza que o entorno de Messias vê a derrota como resultado de uma articulação no Senado, embora a declaração não aponte nominalmente responsáveis. A rejeição mantém aberta a vaga deixada por Luís Roberto Barroso e obriga Lula a enviar outro nome para análise dos senadores.

Fonte: Coletiva de Jorge Messias

Lula comenta rejeição de Messias ao STF, segundo G1

Segundo relato publicado pelo G1, Lula afirmou a um auxiliar que tem o direito de indicar nomes ao STF e que o Senado tem o direito de aprovar ou rejeitar.

Após a rejeição de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, o blog de Natuza Nery no G1 publicou um relato de bastidor sobre a reação de Lula ao resultado no Senado. Segundo um auxiliar ouvido pelo G1, o comentário de Lula foi: “eu tenho o direito de indicar e o Senado tem o direito de aprovar ou de rejeitar”. A fala, atribuída ao presidente por esse auxiliar, indica uma reação pública contida ao revés no Senado. A derrota, no entanto, mantém aberta a disputa pela vaga deixada por Luís Roberto Barroso e obriga Lula a enviar outro nome para análise dos senadores.

Importante

Senado rejeita Jorge Messias para vaga no STF

Indicado por Lula recebeu 42 votos contrários e 34 favoráveis no plenário do Senado.

O plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O advogado-geral da União recebeu 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção. Messias precisava de ao menos 41 votos favoráveis para ser aprovado. Com o resultado, Lula terá que enviar outro nome ao Senado para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. A derrota transforma a indicação em uma crise política para o governo e abre uma nova etapa de negociação entre Planalto e Senado.

O que está acontecendo agora

O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O advogado-geral da União recebeu 42 votos contrários, 34 favoráveis e 1 abstenção, ficando abaixo dos 41 votos favoráveis necessários para ser aprovado. Mais cedo, Messias havia passado pela Comissão de Constituição e Justiça por 16 votos a 11, mas a etapa decisiva era a votação no plenário. Com a derrota, Lula terá que enviar outro nome ao Senado para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.

Por que isso importa

A rejeição de um indicado ao STF é um movimento raro e de forte impacto institucional. A decisão mostra resistência do Senado a uma escolha presidencial para o Supremo e abre uma nova fase de negociação política entre o governo Lula, líderes partidários e senadores. A escolha de um ministro do STF importa porque a Corte decide temas centrais para a política brasileira, eleições, direitos fundamentais, investigações, relação entre Poderes e ações de grande repercussão nacional.

Impacto para o Brasil

O impacto para o Brasil é direto e institucional. A vaga no STF permanece aberta, o governo terá que escolher outro nome e o Senado passa a ter peso ainda maior na definição da próxima composição da Corte. A decisão também pode influenciar a relação entre Executivo e Legislativo, especialmente em votações sensíveis no Congresso e no ambiente político de 2026.

Fontes e metodologia

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