Os Estados Unidos e Israel mataram o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, em ataques militares coordenados realizados neste sábado (28). A informação foi confirmada por autoridades israelenses à Reuters.
Khamenei tinha 86 anos e ocupava o cargo de líder supremo do Irã desde 1989, sendo a autoridade máxima do regime, com controle político, militar e religioso sobre o país.
Segundo a Reuters e a Al Jazeera, a ofensiva incluiu ataques coordenados contra alvos estratégicos em território iraniano, incluindo pontos na capital, Teerã, onde múltiplas explosões foram registradas.
Explosões em Teerã e clima de pânico
Relatos indicam que explosões foram ouvidas na capital iraniana durante a ofensiva. Após os ataques, houve registros de pânico e deslocamento de civis, com iranianos deixando cidades e formando filas em postos de combustíveis em diferentes regiões do país.
Resposta iraniana e risco de escalada
Após os ataques, o Irã realizou ações de retaliação contra alvos ligados aos Estados Unidos e a Israel na região, utilizando mísseis e drones, segundo cobertura ao vivo da Al Jazeera.
A ofensiva e a morte do líder supremo iraniano elevaram imediatamente o nível de tensão no Oriente Médio. O episódio gerou debates e reações internacionais, incluindo manifestações em fóruns diplomáticos como a ONU, com pedidos de desescalada.
Quem era Ali Khamenei
Ali Khamenei liderava o Irã há quase quatro décadas. Desde 1989, exercia autoridade suprema sobre o Estado iraniano, incluindo comando das Forças Armadas e influência decisiva sobre a política externa do país.
Sua morte representa um dos eventos mais relevantes da atual escalada militar envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.



