As exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 25,5% em janeiro, segundo dados oficiais divulgados pelo governo federal. No mesmo período, as vendas do Brasil para a China aumentaram, reforçando o país asiático como principal destino das exportações brasileiras no início de 2026.

Os números indicam uma mudança no fluxo do comércio exterior brasileiro, com redução da participação norte-americana e ampliação da presença chinesa nas exportações nacionais.

CHINA AMPLIA COMPRAS DE PRODUTOS BRASILEIROS

De acordo com as estatísticas oficiais de comércio exterior, a China manteve-se como o maior parceiro comercial do Brasil em janeiro, em um cenário marcado por queda das exportações para os Estados Unidos e crescimento das vendas ao mercado chinês.

O avanço das exportações para a China ocorre em meio a ajustes no comércio internacional, que vêm alterando a dinâmica das trocas entre grandes economias globais.

DDGS ENTRAM NO RADAR DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS

Dentro desse movimento, a empresa brasileira Inpasa passou a ampliar as exportações de DDGS (grãos secos de destilaria) para a China. Os DDGS são coprodutos da produção de etanol, utilizados principalmente na alimentação animal.

Segundo a Reuters, a demanda chinesa por DDGS brasileiros tem aumentado, contribuindo para a expansão das exportações do produto ao mercado asiático.