A seleção do Egito acusou um policial de Dallas de empurrar o jogador Trezeguet e o diretor da equipe, Ibrahim Hassan, durante uma interação com torcedores em um hotel da delegação na Copa do Mundo de 2026.
Segundo a versão da delegação egípcia, Trezeguet e Ibrahim Hassan tentavam tirar uma foto com um torcedor e seu filho quando um agente de segurança interveio. O assessor de imprensa da seleção, Mohamed Morad, afirmou que o pedido de foto havia sido autorizado pelo diretor da equipe.
A Polícia de Dallas apresentou outra versão para o início da confusão. Em comunicado, o departamento afirmou que foi chamado por seguranças de um hotel por causa de uma pessoa sem credenciais do evento tentando acessar uma área restrita. A corporação disse ainda que, depois, foi informado que os envolvidos não estavam exibindo as credenciais corretamente.
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O caso foi registrado em vídeo e circulou nas redes sociais. A gravação mostra uma discussão tensa em uma área interna de hotel, com um policial pedindo que um integrante da delegação recuasse. A polícia afirmou que a situação foi resolvida no local e que representantes da equipe foram recebidos para tratar das preocupações da delegação.
Atenção às credenciais vira ponto sensível
O episódio ocorreu em meio à operação de segurança da Copa nos Estados Unidos, que envolve hotéis, áreas restritas, deslocamentos de delegações e controle de acesso de torcedores, imprensa e funcionários credenciados.
Até o momento, não há confirmação pública de punição ao agente envolvido nem de investigação formal anunciada pela FIFA. Também não há registro oficial de feridos ou prisões no episódio.



