
Política
Tensão entre Venezuela e Estados Unidos aumenta, e Brasil tenta evitar escalada militar
02 de dezembro de 2025 • 2 min de leitura
Tensão entre Washington e Caracas atinge o nível mais alto em anos, com o governo dos Estados Unidos avaliando opções militares contra a Venezuela e o Brasil tentando impedir que a crise escale para um conflito regional. A situação ganhou força nas últimas horas após Donald Trump reunir o Conselho de Segurança Nacional para discutir respostas ao regime de Nicolás Maduro, segundo relatos publicados pela AFP e pela imprensa norte-americana.
Nos Estados Unidos, auxiliares próximos afirmam que Trump considera ataques cirúrgicos contra instalações estratégicas venezuelanas. De acordo com reportagens do Los Angeles Times e do USA Today, assessores militares apresentaram cenários que vão desde operações limitadas até ações de maior impacto, embora ainda haja resistência interna quanto à viabilidade legal e ao risco de desestabilização continental.
Apesar da movimentação em Washington, a Casa Branca manteve discurso público de cautela, indicando que nenhuma decisão final foi tomada. A CNN americana destacou que há dúvidas jurídicas sobre a justificativa para uma ação ofensiva, especialmente sem provocação direta de Caracas.
Enquanto isso, na Venezuela, o clima também é de incerteza. Nicolás Maduro reapareceu em público após dias de ausência, encerrando especulações sobre uma possível fuga do país — rumor que ganhou força após relatos de que aeronaves oficiais teriam sido preparadas para uma saída emergencial. Conforme publicado pelo New York Post, o presidente foi visto em transmissões oficiais tentando demonstrar normalidade.
No plano diplomático, o governo brasileiro acompanha a crise de perto. Segundo fontes ouvidas pela CNN Brasil, o Brasil só elevará o tom contra os Estados Unidos se houver ofensiva militar efetiva. A orientação interna é evitar rupturas diplomáticas e manter canais abertos tanto com Washington quanto com Caracas, adotando postura de contenção para impedir que a tensão transborde para países vizinhos.
Para especialistas ouvidos por veículos estrangeiros, um eventual ataque dos EUA poderia desencadear uma reação imprevisível na região, pressionando o Brasil a assumir papel direto como mediador. Analistas consultados pela CNN Brasil apontam que o Brasil se tornou um ator chave, especialmente por sua influência na América do Sul e pela proximidade com os dois governos.
Para especialistas ouvidos por veículos estrangeiros, um eventual ataque dos EUA poderia desencadear uma reação imprevisível na região, pressionando o Brasil a assumir papel direto como mediador. Analistas consultados pela CNN Brasil apontam que o Brasil se tornou um ator chave, especialmente por sua influência na América do Sul e pela proximidade com os dois governos.
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