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Trump fala em “comandar” a Venezuela, cita petróleo e publica imagem de Maduro vendado após operação

03 de janeiro de 20262 min de leitura

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez novas declarações públicas após a operação militar que resultou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ampliando a repercussão internacional do episódio.

Durante coletiva de imprensa, Trump afirmou que os Estados Unidos “vão comandar o país até quando for necessário”, indicando que Washington assumirá um papel direto na condução da Venezuela no período pós-operação. O presidente norte-americano também declarou que os EUA estarão “fortemente envolvidos” no setor de petróleo venezuelano, associando o futuro do país a uma reestruturação econômica sob influência americana.

Ainda segundo Trump, os Estados Unidos irão “cuidar da Venezuela” e trabalhar para que o país “volte a ser um grande país”, em falas que reforçam o tom intervencionista adotado após a captura do chefe de Estado venezuelano.

Além das declarações sobre a Venezuela, Trump afirmou que Cuba é um tema sobre o qual os Estados Unidos “acabariam falando”, sinalizando que o foco da política externa norte-americana na região pode se ampliar para além do território venezuelano.

A repercussão ganhou novo peso após Trump publicar em suas redes sociais uma imagem de Nicolás Maduro vendado, divulgada depois da operação. A imagem passou a circular internacionalmente e se tornou um dos símbolos mais comentados do episódio, intensificando reações diplomáticas e debates sobre o uso de força, soberania e direito internacional.

As falas e a publicação ocorreram em meio a relatos de explosões e movimentação militar em Caracas, registrados durante a operação conduzida pelos Estados Unidos, que já havia provocado condenações formais de governos da região, incluindo o Brasil, e pedidos por uma resposta da Organização das Nações Unidas.

O conjunto das declarações e dos gestos públicos de Trump amplia o impacto político do episódio e reforça a dimensão internacional da crise, que segue em rápida evolução.

Publicado por Redação Trendahora • Internacional